UMA PALAVRA INICIAL
Caro aluno,
Esta apostila é colocada em suas
mãos com uma finalidade: auxiliá-lo disciplina de Fundamentos Teológicos. Em
absoluto, não tem a pretensão de esgotar o assunto. Portanto, de muita valia é
consultar a bibliografia sugerida e buscar as referências ali consignadas.
Neste inicio de semestre, gostaria de
chamar a sua atenção para a importância desta disciplina. Longe de ser somente
mais um elemento curricular, Fundamentos Teológicos e Tópicos Teológicos (que
serão vistos no próximo semestre) compõem um conjunto único formidável que
ajudará na nossa formação como um todo. Que ninguém considere este tempo que
passaremos juntos, refletindo sobre muitas coisas sérias, tempo perdido, ou
desnecessário.
Com certeza, o nosso curso de Administração/Fisioterapia seria
deficiente, se não favorecesse, também, a formação do homem, a formação dos
princípios e valores que motivam a convivência em sociedade e, para os que têm
fé e a praticam, a formação para um sadio relacionamento com Deus.
Que ninguém fique constrangido. A
prática religiosa de todos será respeitada. O formato desta disciplina não
privilegia o catolicismo. Os que não comungam com a doutrina católica poderão
participar tranquilamente de todas as aulas. Assim, protestantes, judeus,
espíritas, e até mesmo ateus, são convidados a palmilhar um caminho que todos
podem percorrer: o da reflexão a respeito de si mesmo e do mundo que o cerca.
Com a proposta, porém, de olhar para o alto e tentar encontrar algo/alguém (o
Infinito, o Absoluto, ou, se quiser, Deus) que fundamenta a tudo e a todos.
Creio que é dispensável lembrar que não estamos aqui apenas para adquirir
conhecimentos técnicos em vista de nossa futura profissão. De forma alguma!
Também estamos aqui estamos para, ao longo do nosso curso, forjarmos os futuros
cidadãos. Características dos verdadeiros homens e mulheres são não só a
competência técnica, mas a paixão pelos outros homens e mulheres,
particularmente os que mais sofrem e que mais precisam de nossas mãos e de
nosso coração.
Por
isso, meu caro, desejo que você tenha um bom semestre e, de fato, aproveite
para a vida os conhecimentos adquiridos em sala de aula. Conte comigo.
Prof.
Renato Moreira de Abrantes
UNIDADE I: CULTURA
RELIGIOSA NA UNIVERSIDADE
Que perda de tempo!
Talvez o aluno recém-chegado à
Faculdade Católica Rainha do Sertão se indague a respeito da utilidade de uma
disciplina como Teologia em seus cursos de graduação. Outra disciplina mais
técnica, ou mais aproveitável ao curso, deveria ser ofertada e, assim, haveria
um andamento mais rápido.
Para que estudar filosofia/teologia
no Curso de Fisioterapia?
Julgo que poderíamos responder a
esta pergunta com outra pergunta: para que viver?
O homem, como teremos a oportunidade
de ler e ouvir, aqui e em muitos outros lugares, é um complexo formidável.
Seria uma lástima reduzi-lo simplesmente a um aglomerado de células que, em
conjunto, viabilizam a existência. Não somos um “pedaço de carne”; não somos
apenas matéria. Pouco nos questionamos sobre o elemento que anima de fato a vida.
Assim como não podemos considerar
apenas a “materialidade” da vida, pois o homem é corpo, mas também ALMA, também
não podemos dar embasamento teórico e prático apenas para a formação
intelectual. Esta é importante, mas não a única. Temos que formar, também o
ESPÍRITO.
Há os que não se voltam para estas
realidades. Assim, os empiristas, os positivistas, que não crêem na
possibilidade de existir algo mais que a experiência sensível ou que a matéria.
Ou os ateus, que não acreditam que Deus possa existir e interferir no mundo.
Respeitemo-los.
Porém, antes de tomar uma decisão
intelectual a respeito de assuntos tão graves, julgo ser mais honesto ouvir e
estudar o ensinamento de uma vertente espiritual que já tem dois milênios de
existência e é acolhida por cerca de um bilhão e meio de habitantes do planeta
Terra.
No pleno respeito às diferenças
religiosas, nossa linha a ser seguida no estudo desta disciplina será a
proposta cristã-católica e sua doutrina nos campos espiritual e moral.
Texto:
Cultura Religiosa na Universidade
Luis
Henrique Marques - Jornalista
“Há quem
ainda se debata com a questão da existência de Deus — sobretudo agora com a
pretensa atitude do homem em criar clones, quem sabe, humanos — e, por tabela,
sobre o valor da religiosidade na sociedade. E não é só: a própria miséria
humana já é motivo, para muitos, mais que suficiente para a descrença em Deus e
a negação da religião.
Pois bem,
antes de tudo, é preciso que se diga o que muita gente já sabe ou deveria
saber: Deus e a religião são realidades distintas. A primeira é perfeita e fim
em si mesma; a segunda realidade, imperfeita — porque humana -, não é fim, mas
meio através do qual se chega ao Infinito. Logo, fica quase óbvio concluir que
a concepção e, em particular, o uso da religião são capazes de aproximar mais
ou menos o homem de Deus e, por conseqüência, o homem de si mesmo e do seu
semelhante.
Ora, para
compreender até que ponto as práticas religiosas — quaisquer que sejam — estão
contribuindo para a relação equilibrada do homem consigo mesmo, com o outro e
com Deus, é necessário que se reflita criticamente. E mais: é preciso
desmistificar o fenômeno religioso na sociedade, de modo a superar antigas e
retrógradas visões da prática religiosa, como também promover a sua
“re-criação”, sempre mais sintonizada com a realidade do nosso tempo.
Esses são pois,
propósitos da reflexão teológica desenvolvida por muitas universidades confessionais
junto aos alunos de todos os seus cursos. As disciplinas que abordam tal
temática recebem nomes diversos, conforme a instituição: Teologia, Cultura
Religiosa, Antropologia Filosófica, entre outros. O fato é que parecem ter uma
primeira preocupação comum: orientar o universitário para a reflexão sobre Deus
e sua relação com o ser humano. A seguir, vem a reflexão sobre a religião,
conforme dito acima.
E, evidente
que o aluno do curso de Direito, Enfermagem, Fisioterapia, Administração,
Turismo, Publicidade e Propaganda ou Engenheiros, em princípio, não esteja
preocupado com esse tipo de reflexão. Daí, a sua natural resistência à
disciplina.
Afinal,
antes de ser profissional, o universitário é um ser humano e como tal busca a
felicidade, razão e valor pleno para a vida. O que talvez ele não tenha se dado
conta ainda é que na alma — campo por excelência na qual Deus se revela ao
homem — reside toda a possibilidade de felicidade. Logo, se unir-se a Deus
significa encontrar a felicidade, valer-se da religião para unir as realidades
humanas e divinas, significa promover o encontro do homem com o valor pleno da
vida humana.
A
experiência religiosa é verdadeira, sobretudo quando concreta. Enquanto for
apenas discurso, é vazia e imatura. Por outro lado, o homem é um todo do qual
faz também sua racionalidade. À reflexão teológica (aliada particularmente à
filosofia) cabe sustentar e amadurecer a prática religiosa. As conclusões às
quais o aluno pode chegar a partir de sua reflexão íntima são de responsabilidade
e interesse exclusivamente seus”.
QUESTÕES
PARA REFLEXÃO/DEBATE
1. O QUE ACHEI
DO TEXTO?
2. EM QUE
CONCORDO COM O AUTOR?
3. EM QUE NÃO
CONCORDO?
4. O QUE
PODERÍAMOS ACRESCENTAR À REFLEXÃO?
1.
Introdução à Teologia
Na origem, o homem se entendia como fazendo parte de
um conjunto dominado por forças que o envolviam completamente e condicionavam
todos os passos de sua existência. Essa percepção de integração, mais do que de
dependência, se traduzia na linguagem mítica, que até hoje serve para exprimir realidades
fundamentais para o homem, como pessoa e para a sociedade.
Contudo, a organização da vida terrena e a
progressiva distinção entre um além ou um lá no alto, distinto do agora e do
aqui em baixo, levam o homem a alimentar uma sensação de impotência, de
separação, de fraqueza, de morte ou mesmo, de pecado, atribuindo o poder e a
força às potências do alto, de que se sentia cada vez mais dependente.
A subjetivação destas potências, de que as forças
cósmicas seriam as expressões, leva a falar dos espíritos celestes ou dos
orixás, que lá do alto encaminham os mortais pelas veredas, às vezes tortuosos
desse mundo.
Assim como aqui em baixo a unidade do grupo dependia
de um chefe, verifica-se uma transposição dessa necessidade de unidade e de
chefia para as potências do além, de um espírito supremo, um Deus. Sem que se
possa generalizar, os dados que possuímos não nos autorizam a falar nem de
monoteísmo, nem de politeísmo. Verifica-se uma simples transposição para o
mundo do alto e do além, das necessidades experimentadas na vida terrena. Esta,
aliás, por sua inversão compreensível, acaba sendo concebida como reflexo e
imagem do além, de que dependeria em todos os seus momentos e em todos os seus
valores.
A grande ruptura desse paralelismo céu - terra, que conferia
ao monarca o papel de representante de Deus, teve lugar na manifestação
religiosa propriamente monoteísta, que caracteriza o fenômeno religioso judeu.
Deus se revela a Moisés como totalmente outro. Seu poder não é como o deste
mundo, nem passa pelo monarca, mas pelo povo, uma tribo odiada e oprimida.
Moisés se torna o arauto de uma nova teocracia, não representada pelo Rei, mas
pelo reconhecimento do Altíssimo, a que estão sujeitas todas as coisas, e, por
conseguinte, toda vida e todo o universo. O Senhor é Aquele que é inominável,
de quem dependem tudo e todos.
O monoteísmo hebraico é um fenômeno religioso
absolutamente original que se impõe através de duas notas essenciais: Deus é
Senhor absoluto de todas as coisas e, nesse sentido, a religião é, por
natureza, universal. Tudo e todos estão totalmente submissos a Ele.
Mas, nem por isso Ele se impõe. Não oprime nem
escraviza o homem, que dele se deve aproximar, na liberdade da fé e no
acolhimento do seu chamado. O nascimento no seio do povo eleito não é uma
garantia de salvação, mas uma exigência de fidelidade, que muitas vezes foi
rompida com graves conseqüências para os faltosos e para todo o povo.
No contexto desse fenômeno religioso maior, que é o
judaísmo, se apresenta Jesus. Ele vem como filho de Deus, não porém na
autoridade do inominável, mas como um dos nossos, feito homem de carne e osso,
nascido, como todos nós, de uma mulher. O monoteísmo é mantido, mas a religião
ganha um novo centro, a relação interpessoal, pois o Filho, consubstancial ao
Pai, se encarnou e se fez um de nós.
O cristianismo abriu assim um novo capítulo na
história religiosa da humanidade. O homem se realiza como homem e encontra um
sentido para sua vida, na prática da justiça e da solidariedade, seguindo o
caminho indicado e aberto por Jesus. O ungido de Deus é o Filho, que, porém,
não vem como um monarca, para submeter todas as coisas, mas como um de nós,
como servidor comprometido com os pobres e os oprimidos, mostrando o caminho da
justiça e da fraternidade, como a via que conduz ao reino e à salvação.
O fato cristão relativizou a religião. A instituição
e as práticas religiosas passam a ter como invariante e principal critério, não
tanto o reconhecimento de Deus, inscrito na componente religiosa do homem, mas
o reconhecimento do outro e a prática, na liberdade, da verdade, da justiça e
do amor, em sociedade.
Sem cristianismo não haveria igreja nem, muito
menos, pluralismo religioso. A religião se basearia sempre num dado que se
imporia ao homem, nem que fosse, apenas radicalmente, como a pertença ao povo
eleito. No cristianismo, somos nós que construímos a Igreja, que estruturamos a
religião a partir de nossa fidelidade no amor, que está na base da sociedade e
é expressão suprema da liberdade.
O Evangelho é palavra de libertação, inclusive
religiosa. Na expressão de Gauchet, o cristianismo é a religião da superação da
religião.
É verdade de que ao examinar o cristianismo,
percebe-se que os cristãos se deixaram profundamente influenciar pela inércia
cultural do pensamento grego e das instituições romanas. Constituíram uma
ortodoxia e um império cristãos, que trazia, porém, em seu bojo, os fermentos
de um despertar da razão e da subjetividade humanas, chamadas à auto-realização
na liberdade e na prática do amor.
2.
O que iremos estudar
nesta disciplina?
Teologia
Teologia, em seu
sentido literal, é o estudo sobre Deus (do grego θεóς, theos, "Deus"; + λóγος, logos, "palavra", por extensão,
"estudo"). Como ciência tem um objeto de estudo: Deus. Entretanto como
não é possível estudar diretamente um objeto que não vemos e não tocamos,
estuda-se Deus a partir da sua revelação. No Cristianismo isto se dá a partir da revelação de Deus
na Bíblia. Por isso, também se define
"teologia" como um falar "a partir de Deus" (Karl Barth).
Este termo foi usado pela primeira vez por Platão, no diálogo A República, para
referir-se à compreensão da natureza divina por meio da razão, em oposição à compreensão literária própria da poesia feita por seus conterrâneos. Mais tarde, Aristóteles empregou o termo em numerosas ocasiões,
com dois significados:
- teologia como o ramo fundamental da ciência filosófica, também chamada filosofia primeira (METAFÍSICA) ou ciência dos primeiros princípios, mais tarde chamada de metafísica por seus seguidores;
- teologia como denominação do pensamento mitológico imediadamente anterior à Filosofia, com uma conotação pejorativa, e
sobretudo utilizado para referir-se aos pensadores antigos não filósofos
(como Hesíodo e Ferécides de Siro).
Santo Agostinho
tomou o conceito "teologia natural" da obra Antiquitates rerum
humanarum et divinarum, de M. Terêncio Varrão, como única teologia
verdadeira dentre as três apresentadas por Varrão: a mítica, a política e a natural. Acima desta, situou a teologia
sobrenatural (theologia supernaturalis), baseada nos dados da revelação
e, portanto, considerada superior. A teologia sobrenatural, situada fora do
campo de ação da Filosofia, não estava subordinada, mas sim acima da última,
considerada como uma serva (ancilla theologiae) que ajudaria a primeira
na compreensão de Deus.
Teodicéia, termo empregado atualmente como sinônimo de teologia
natural, foi criado no século XVIII por Leibniz, como título
de uma de suas obras (chamada "Ensaio de Teodicéia. Sobre a bondade de
Deus, a liberdade do ser humano e a origem do mal"), embora Leibniz
utilize tal termo para referir-se a qualquer investigação cujo fim seja
explicar a existência do mal e justificar a bondade de Deus.
Na
tradição cristã (de matriz agostiniana), a teologia é organizada segundo os
dados da revelação e da experiência humana. Estes dados são organizados no que se conhece
como Teologia Sistemática ou Teologia Dogmática.
Olá professor, sou Olavo Neto, aluno de ciências contábeis, gostaria de fazer um breve comentário, como no outro blog minha postagem não foi aceita, vou fazer-la aqui mesmo, o assunto me chamou a atenção e me fez lembrar um livro que se chama: FUNDAMENTOS DA FILOSOFIA história e grandes temas de GILBERTO COTRIM editora saraiva. Seria útil ou o outro seria melhor?
ResponderExcluirCaro Olavo, boa tarde. Este livro, conforme você mostrou na sala de aula, é interessante e poderá lhe ajudar a entender um pouco o dinamismo histórico da filosofia. Abraço, conte comigo, Renato.
ExcluirO texto(Cultura Religiosa na Universidade) é bastante interessante. Achei a explicação do autor quando ele fala que “Deus e a religião são realidades distintas”, excelente e bastante abrangente! Na minha visão a partir dessa reflexão, a busca por Deus não se trata da busca por algum lugar ou por uma doutrina, e sim a busca do próprio ser em Deus.
ResponderExcluirDarjan Oerlys_Ciências Contábeis
Darjan, boa tarde. Interessante este posicionamento do autor. Aprofundaremos, ao longo das aulas, o modo como Deus quer relacionar-se conosco através de um meio acessível a nós, a religião. Abraço, Renato.
ExcluirA Aula de hoje me proporcionou bons resultados, pode se dizer que um fortalecimento de FÉ, crescimento espiritual, saber como lidar melhor com o outro que não aceitam as minha opiniões religiosas, e a cada dia que passa sinto mais o quanto Deus estar presente em nosso meio, da forma como ele quer...
ResponderExcluirOlavo neto - Ciências Contábeis
Olavo, vamos sempre adiante. Os resultados mais variados virão da nossa dedicação com que buscamos a Deus através de uma concreta experiência religiosa, como veremos mais aprofundadamente, no decorrer de nossas aulas. Abraço, Renato.
ExcluirProfessor, procurando respeita-lo vou procurar me colocar: Um curso de Teologia tinha que ter como embasamento a palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, um livro espiritual. Conhecer Jesus, sua história, quem é o (Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.)Apocalipse 1:8 é onde se deve está o foco. AHHH outra coisa, sabão não né! Não me leve a mal, Deus é muito mais que isso, Ele é o Senhor, Criador o Todo-Poderoso.Bom dia! PJ-Contabilidade
ResponderExcluirPaulo, boa tarde. Obrigado pelo seu comentário. Nosso curso não é de Teologia (o seu é de Ciências Contábeis). O aprofundamento de todas estas questões serão, sim, dadas em nossa sala de aula. Contudo, como disse, não se trata de doutrinação (até porque, um dos princípios da nossa conduta é o respeito às diversas opiniões e posicionamentos religiosos). Portanto, tudo o que se disser, será, sim, baseado na Palavra de Deus (será que você duvida disso?) e na pessoa de Deus encarnado, Jesus Cristo, Nosso Senhor. A respeito dos termos utilizados, lamento que você tenha compreendido muito pouco do que quis dizer. Que bom que você, assim como eu, temos condições de pronunciar sem problemas a palavra DEUS (pois temos fé nEle). Ao utilizar outros termos, quis afirmar que mesmo um ateu, que nEle não crê, deve, por uma questão de honestidade intelectual, atribuir a algo (os cientistas chamam-no de Big Bang -aquela grande explosão) a criação e a manutenção do universo. Abraço, Renato.
ExcluirBom, assim como o professor concordo que o nome que seja escolhido para falar sobre "DEUS" não vai mudar a soberania do mesmo! Como você mesmo disse Paulo, ele é muito mais que isso, e ainda sugeriu mais 3 nomes: Senhor, Criador e Todo-Poderoso!
ResponderExcluirDarjan Oerlys - Ciências Contábeis
Caro amigo Paulo, a Questão é que, na cadeira de FUNDAMENTOS TEOLÓGICOS pelo o que eu entendi, será estudada perante a SAGRADA ESCRITURA sim, e com o objetivo de te proporcionar bons fundamentos para sua vida futura profissional, como ele falou, o "alicerce", para a construção de sua vida, para que no futuro próximo seja um bom "HOMEM", com uma grande cultura espiritual.
ResponderExcluirE a questão que ele falou "sabão", é a forma que aqueles que não tem fé, de se fazer melhor entender o assunto, já que a palavra DEUS não os fazem bem. Mais ai vai variar de pessoa para pessoa e de personalidade para personalidade sem esquecer de cultura para cultura.
Um grande Abraço !
Olavo Neto-- Ciências Contábeis.
kkkkkk Gostei da ideia dos comentários é uma interação legal!!! Simboraaaaaaaa com calma e muita paz!!! rsrsrrss valeu Pj- contabilidade
ResponderExcluirIsso, simbora e com muita calma (ainda tô aprendendo a gerenciar um blogger... kkkkkk). Abraço, caro Paulo. Renato.
ExcluirConcordo com paulo jeferson a disciplina de fundamentos teológicos,tem um intuito maioe que é o de nos tornarmos melhores administradores ou contadores ou políticos ou seja o que cada um deseje ser na vida.Mas, ao menos que possamos ser mais humanos e respeitarmos os outros e suas opiniões e doutrinas de vida.
ResponderExcluirJose Wellington "Admnintração"
vejam a minha resposta ao meu comentário do colega com outros olhos,não quis falar no sentido brutal da coisa, até porque Religião é igual política cada qual com sua opinião...
ResponderExcluirMas tudo na paz galera ate porque precisamos viver em união para que possamos sair do curso como excelentes profissionais.Tudo na paz...
Olavo Neto- Cotabilidade
Olavo, o debate nos faz crescer. Não tenha receio de emitir opiniões, nem aqui, nem em sala de aula. Todos cresceremos com isso. Abraço, Renato.
ExcluirBom,sua aula do dia 07/08/2012 fui mas do que interessante, pois ela nos fez refletir sobre nossa humanidade, como quem somo o que somos de onde vinhemos e principalmente "PARA QUE VINHEMOS", ou seja qual sentido de estarmos vivos, qual plano de nossas vidas.
ResponderExcluirEu sei, ou acho que sei, talvez não saiba, pois niquem e dono de toda sabedoria, mas que apenas não nascemos, crescemos e morremos simples assim, mas que sim exista algo a mais pra realizarmos nesse trajeto, cujo se chama de vida.
Então faço a pergunta tanto a você prof quanto ao nossos colegas de sala. O que devo fazer ou o que faço para me tornar uma pessoa melhor "ser mais humano" e se estou fazendo corretamente? como disse antes, não sei ou sei, acho que sei, talvez não saiba.
Jose Wellington "Administração"
Wellington, boa tarde. Que sou, de onde vim, para onde vou, qual o sentido da vida... questões bem antigas, mas sempre novas, que não nos devem atemorizar, pois já começamos a respondê-las. Abraço, Renato.
ExcluirPrezada Gerlúcia, boa tarde. Deus é bom e não nos abandonará nunca, desde que sempre estejamos predispostos a acolhê-lo, também em nossas vidas profissionais. Abraço, Renato.
ResponderExcluirEntendo prof. muitas as vezes esquecemos de nos questionar sobre isso, o que é ser humano? É lembrar porque estamos aqui nesse mundo, nesta vida, como já disse antes não vinhemos aqui apenas para nascermos, crescermos e depois morrer.
ResponderExcluirComo nosso senhor (Jesus,Deus, Salvador)para mim PAI,FILHO E ESPIRITO SANTO, por isso quando quero conversar com Deus e sempre digo 1º essas 3 palavras, mas isso não vem ao caso e sim que quando ele veio ao mundo para nos mostrar o caminho e a vida através dos seus ensinamentos a mais de 2012 anos atras ele nos mostrou como nos humanos devemos agir para nos tornamos "HOMENS" melhores.
Jose Wellington "Administração"
Boa Noite... O texto pra me é bastante interessante. Achei a explicação do autor quando ele fala que “Deus e a religião são realidades distintas”, excelente e bastante abrangente! Na minha visão a partir dessa reflexão, a busca por Deus não se trata da busca por algum lugar ou por uma doutrina, e sim a busca do próprio ser em Deus. A importância desde texto pra me, foi saber se relacionar uns com os outros..
ResponderExcluirHeryka Patricio 1 simestre Fisioterapia
Oiiiii.... A RELACAO um com o outro, pois na minha ária que é a saúde, tenho que saber falar e principalmente ouvir os outros. Pois tenha a convicção que muitas vezes pessoas procura os profissionais de saúde não pelo seus problemas, seja ele qual for e sim , por uma grande carência pessoa que tem , por tanto na minha opinião essa disciplina é ideal para nos ajuda a sermos alem de uns bom profissionais sermos acima de tudo seres humanos em com sentimentos ,em vez de maquinas . Heryka Patricio Curso: Fisioterapia 1 sementes
ResponderExcluirHéryka Patrício, muito bem concordo plenamente com vc.
ResponderExcluirQue bom,Jose Wellington, pois falo isso Pois tenho uma experiência, sou técnica em enfermagem,e muitas vezes consigo identifica suas necessidades, muitas delas não precisa de medicamentos para ser tratados e sim apenas de uma atenção, e uma palavra de Fe e força. Heryka Patricio Fisioterapia 1 sementre.
ResponderExcluirAbraço
Uma coisa eu digo nunca coloque Deus em primeiro lugar na sua vida, mas acima de tudo, pois quando colocas Deus em primeiro você está comparando com outras coisas e Deus é incomparável.
ResponderExcluirOlavo Neto - contabilidade
Olá professor consegui assessar o blog, gostaria de informar o senhor que por motivos de força maior não poderei ir há aula hoje. Magno Ricardo!
ResponderExcluirSou do Curso de Administração - Magno Ricardo!
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirOlá Professor Renato. A princípio gostaria de parabenizá-lo pela sua significante e admirável metodologia de ensino em sala de aula pois, falar de religião e a sua importância nas nossas vidas vejo como algo bastante responsável e nitidamente prazeroso da sua parte. Os textos até então abordados em sala de aula foram bastante interessantes e proveitosos, pois, a turma pode sentir quão grande e importante é o Senhor nas nossas vidas. Mais importante que toda e qualquer religião ou doutrina. Dependemos de um Deus que pela sua misericórdia e amor supre as nossas necessidades e nos ama do jeito que somos. O amor de Deus nos constrange. Jesus nos ama Desesperadamente. Que nós possamos no decorrer deste semestre aprendermos juntos somando nossos conhecimentos e tendo resultados positivos concernente a disciplina.
ResponderExcluirMarcelo Bertonny. Curso de Fisioterapia. Primeiro Semestre.
Bom dia!
ResponderExcluirProf. Renato, mais uma vês lhe parabenizo pelos ótimos comentários e esclarecimentos dado a todos os alunos sobre como devemos SER OU AGIR no mundo atual, pois hoje podemos dizer que muitas pessoas ainda tem uma “ALMA”, ou seja são pessoas boas, educadas, gentis, que ajudam o próximo sem se preocupar com um retorno, ou ganhar algo em troca mas apenas em torna o mundo melhor, mais solidário ( talvez mais divino), e não um mundo aonde vários vivem ao redor do seu umbigo.
Por isto questiono a todos que acompanham este blog!
Agindo com pensamento de beneficiar apenas a se próprio, pensado apenas no que pode ser melhor para você mesmo, ou seja, fazendo qualquer coisa para atingir seus objetivos. ISSO IRA LHE TORNA UM “HOMEM” MELHOR, UM PROFISSIONAL COM ETICA E MORALIDADE, OU O QUE...? TALVEZ QUEM SABE, UMA PESSOA SEM ALMA. “SECA”!!!!!!
O Mito da Caverna é um texto bastante reflexivo e que podemos extrair dele grandes lições para a nossa vida. Concordo plenamente com você Gerlucia Lira, vejo também como uma superação da própria vida. O autor do mesmo tem o intuito de nos mostrar e nos fazer refletir sobre nós mesmos, de como nos comportamos e agimos. Temos uma identidade e devemos zelar por ela, da mesma forma que também temos poder e autonomia sobre nós. O fato é que muitas vezes nos aprisionamos no que os outros pensam sobre nós e nos comportamos de forma indiferente a nós mesmos. É hora de sairmos da caverna e expressarmos os nossos valores e virtudes, conhecermos o mundo e passarmos a viver onde apenas existimos.
ResponderExcluirMarcelo Bertonny - Fisioterapia - Primeiro Semestre
É isso ai Marcello Bertonny,concordo com voce...
ResponderExcluirAdorei a parte que voce falou"É hora de sairmos da caverna e expressarmos os nossos valores e virtudes, conhecermos o mundo e passarmos a viver onde apenas existimos" e isso ai temos que espressar nossos valores, olhar mais pra dentro de cada um de nos,e liberta nossas vontades, com isso enxergar as coisas de mais importante que estar em nossa cara..
Heryka Patricio - Fisioterepia -Primeiro Semestre
Tem algo em particular referente à última aula que me deixou intrigado, o professor falou que. "O suicídio nada mais é que a busca do indivíduo pela felicidade, ou seja, o ato é a busca desse estado de plenitude e paz consigo mesmo”... Aí eu me perguntei: Mas como!? Se tal ato nada mais é que renegar tudo e se desfazer do seu último fio de esperança, como pode o suicídio se uma busca da felicidade se nesse ato o indivíduo se mostra incapaz de caminha e seguir adiante, se a atitude em si mostra que para ele não faz mais sentido continuar, pois não a vitória no horizonte. Para mim, nunca que o suicídio é uma busca da felicidade, pelo contrário ele é nada mais que um ato de covardia para consigo mesmo já que está optando pela morte como resposta e meio de fuga das situações estressantes, conflitos e barreiras...
ResponderExcluirFELICIDADE É VIDA...
Laurêncio Silva-Administração 1º semestre.
Boa noite a todos.
ResponderExcluir..."Bom, falar do mito da caverna é falar da evolução, pequena mais ainda sim uma evolução da consciência humana"...É a nossa capacidade de enxergar luz onde existem trevas e não nos limitarmos a simples paredes mais sim começarmos a nos maravilharmos com o horizonte. O mito da caverna nada mas é que o homem se desfazendo de um mundo para descobrir um novo mundo...
Laurêncio Silva-Administração 1º semestre.
Dica do dia para uma leitura edificante e uma boa evolução espiritual, mental/humana.
ResponderExcluirLivro: A Cabana de William P. Young
"O perdão existe em 1º lugar para aquele que perdoa,para libertá-lo de algo que vai destruí-lo, que vai acabar com sua alegria e capacidade de amar integral e abertamente..."
A cabana
Obrigado, Gerlucia pelos comentários...
ResponderExcluirLaurêncio Silva-Administração 1º semestre.
CULTURA RELIGIOSA NA UNIVERSIDADE!
ResponderExcluirO homem diante das desgraças do mundo afastou-se de DEUS,como se as causas humanas fossem motivo para tal afastamento.
A universidade por sua vez, busca uma reaproximaçao atraves
de estudos sobre religião e DEUS,mesmo que sendo de realidades distintas, mas que fazem papéis importantissímo na vida do ser humano.
Tendo um conhecimento de estudos religiosos o aluno por sua vez vai aprendendo que para ser um profissional antes de tudo deve ser humano amando e respeitando o próximo e agir com o coração e alma.
Eu concordo com essa atitude da universidade pois é uma forma de liga a DEUS com futuros profissionais.
Angélica Alves.
Fisioterapia 1 Semestre.